O deputado federal Jorge Solla, do PT da Bahia, gerou repercussão ao fazer uma comparação entre crimes comuns e os atos de 8 de janeiro durante uma entrevista.
Ao defender a responsabilização dos envolvidos nos ataques às sedes dos Três Poderes, o parlamentar afirmou que não considera equivalente o furto de um celular à tentativa de romper a ordem democrática.
Segundo Solla, roubos não podem ser comparados a ações que, em sua avaliação, tiveram como objetivo contestar o resultado das eleições e atingir as instituições democráticas.
Durante a entrevista, o deputado também criticou o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL.
Solla afirmou que uma das principais bandeiras defendidas por Flávio é a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e questionou a defesa da medida.
As declarações repercutiram nas redes sociais e reacenderam o debate sobre anistia, segurança pública e a diferença de tratamento entre crimes comuns e crimes contra as instituições.