Sexta, 03 de Julho de 2026
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Jaques Wagner minimiza ter sido vaiado no 2 de Julho

Senador classificou as manifestações como “guerra de torcidas”

03/07/2026 11h04 Atualizada há 4 horas atrás
Por: Redação
Jaques Wagner minimiza ter sido vaiado no 2 de Julho

Em entrevista concedida à imprensa nesta sexta-feira (3) no bairro da Calçada, em Salvador, Jaques Wagner (PT) minimizou os episódios de hostilidades e manifestações políticas ocorridos durante as comemorações do 2 de Julho e classificou as manifestações como "guerra de torcidas" típica de anos eleitorais. 

Para o pré-candidato e nome ligado ao caso Master por meio do banqueiro Augusto Lima, a data festiva é maior do que as disputas partidárias, destacando a recente sanção presidencial que tornou Salvador a capital simbólica do país durante a efeméride.

"Uma vaia daqui, um aplauso dali, eu acho que é normal. O 2 de julho pra mim é maior do que isso tudo, ainda mais esse ano que ele virou uma referência nacional com a sanção pelo presidente Lula da transferência da capital do Brasil para Salvador no 2 de julho. Agora a guerra política é guerra política. Pra mim, é o normal do que acontece todo ano eleitoral", alega o senador.

Ao ser questionado sobre o vídeo publicado pelo ex-ministro João Roma (PL), no qual este acusa o ex-governador Rui Costa de xenofobia por questionar sua identidade baiana, Wagner adotou um tom moderado. O senador, que é natural do Rio de Janeiro, minimizou a polêmica, atribuindo as falas ao "calor da disputa eleitoral". 

"É o calor, até para o que eu diga, é o calor do 2 de julho, todo mundo com a cabeça quente. Eu vivo aqui há 52 anos, não sei quanto tempo Roma está aqui. Mas, na medida em que o cara está legalizado, eleitoralmente ele pode ser candidato. Eu acho que não é por aí, é o calor da disputa eleitoral", responde Wagner.

"Eu acho que eles estão nervosos de ver que a ponte virou uma realidade, como o metrô virou uma realidade, o VLT virou uma realidade. Por que eles estão nervosos que o pilar está sendo construído, colocado? Por mais dois, três meses, você vai ver a ponte avançando e aí vai calar a boca de quem não acreditou na realidade importante que vai ser a ponte Salvador-Itaparica. É, para mim, desespero", conclui o senador.

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